Um dia, quem sabe um dia, veremos neste país a "Queda da Bastilha"
E o povo vai sair às ruas e degolar seus reis em praça pública
E retirará do ostracismo os heróis que morreram (embora alguns ainda respirem) defendendo as cores da verdade e da alegria.
Um dia não vai ter carnaval, nem futebol, nem pão distribuído na praça
E todos estarão em casa com suas famílias fartas de comida e felicidade
E todos os porcos imorais estarão apodrecendo empalados à porta de seus palácios e às margens de seus planaltos.
E até mesmo aqueles que disseram calem-se estarão com suas línguas cortadas por impedir que se pedisse "justiça".
E a própria palavra justiça perderá o sentido por não haver mais sobre este solo sua antônima.
Um dia todos os banqueiros pedirão esmola
todos os famitos terão comida
toda dor será esquecida
todo injustiçado terá "ido à forra"
Ou isso, ou a extinsão completa e uma terra limpa, verde e harmoniosa
Um dia, talvez um dia alguém limpe essa quinqulharia
Um dia, talvez um dia alguém leia essa porcaria.
"Embora ninguem possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim " CHICO XAVIER
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Quem sou eu
- Bertram
- "Se você tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades, teria ouvido as verdades que insisto em dizer brincando. Falei muitas vezes como palhaço, mas nunca desacreditei na seriedade da platéia que sorria". Charles Chaplin Eu sou um ser comum. Muitas vezes bobo, muitas vezes ridículo, muitas vezes chato, algumas vezes legal, inúmeras vezes amigo e companheiro, invariavelmente sonhador, invariavelmente sofredor... mas graças a Deus em todas as vezes sou eu mesmo.
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