Nem tudo que penso escrevo
Se acaso o fizesse
Muito provavelmente
Já estaria preso
Ou torturado, queimado, extraditado
Lobotomizado ou morto
No mínimo taxado de louco
Melhor é ficar calado
E no ostracismo do meu cérebro
Repousa o nobre “evolucionário”
Por não confiar no humano
Jamais terei um livro editado
Nas paranóias dessa cabeça
Mais inquieta que um cigano
Sou eterno soberano
De uma sociedade perfeita
Deixo aos mortais sua crença
Que um dia será descoberto
Algum novo remédio
Para curar nossa tristeza
Não sei se será a ciência
Um sociólogo ou um clérigo
A origem não me importa
Só quero estar por perto
Mas enquanto isso não acontece
Chame o garçom, encha o caneco
Vou dizendo minha sandice
Na mesa de qualquer boteco
Se acaso o fizesse
Muito provavelmente
Já estaria preso
Ou torturado, queimado, extraditado
Lobotomizado ou morto
No mínimo taxado de louco
Melhor é ficar calado
E no ostracismo do meu cérebro
Repousa o nobre “evolucionário”
Por não confiar no humano
Jamais terei um livro editado
Nas paranóias dessa cabeça
Mais inquieta que um cigano
Sou eterno soberano
De uma sociedade perfeita
Deixo aos mortais sua crença
Que um dia será descoberto
Algum novo remédio
Para curar nossa tristeza
Não sei se será a ciência
Um sociólogo ou um clérigo
A origem não me importa
Só quero estar por perto
Mas enquanto isso não acontece
Chame o garçom, encha o caneco
Vou dizendo minha sandice
Na mesa de qualquer boteco
2 comentários:
Adorei seus comments no meu blog! Obrigada por ter acessado...
Qt ao "Não escrevo", é ridículo pensar como a sociedade não é preparada para a verdade. Quem escreve vive um mundo a parte. Quem escreve tudo o que pensa, não vive nessa sociedade. Como também aqueles que falam tudo o que pensam.
E ainda dizem que a nossa sociedade é evoluída...
Vamos continuar escrevendo.
Caramba! Muito obrigada!!!!!
Legal saber que vc sempre passa por lá...
aliás, ainda não te perguntei...mas como vc achou meu blog?
Valeu mesmo pelos comments!Seja sempre bem vindo no meu blog!
veronica
Postar um comentário