terça-feira, fevereiro 08, 2005

Em comemoração

Uma vez li algo relacionado a sempre comemorar as coisas, das melhores às piores... as boas são os prémios, quando temos boas atitudes, quando trabalhamos com dedicação, quando somos recompensados por méritos ou por reparação de alguma injustiça...
Já os fatos ruins de nossas vidas são também resultados de nossas atitúdes ruins, de nosso trabalho mau feito, dos nossos deméritos ou de quando somos alcançados pela justiça em correção às nossas injustiças...
Por fim tudo tem uma única causa, nossos atos... nossas sementes para o futuro (podendo ser um futuro próximo ou daqui a muitas encarnações). Então somos sempre responsáveis por nossas alegrias ou sofrimentos.
Então devemos sempre comemorar... quando bem recompensados comemoramos pela vitória, quando sofremos pelos nossos erros então comemoremos pela lição...
... como quando vencemos um obstáculo e chegamos onde pretendiamos... se não vencermos o obstáculo e por obstante chegarmos onde não queremos, devemos comemorar a oportunidade de estar vivo e poder agir diferente e nunca mais estar na mesma situação.

"Maior Abandonado Cazuza:
Eu tô perdido
Sem pai nem mãe
Bem na porta da tua casa
Eu tô pedindo
A tua mão
E um pouquinho do braço
Migalhas dormidas do teu pão
Raspas e restos
Me interessam
Pequenas porções de ilusão
Mentiras sinceras me interessam
Me interessam, me interessam

Eu tô pedindo
A tua mão
Me leve para qualquer lado
Só um pouquinho
De proteção
Ao maior abandonado
Teu corpo com amor ou não
Raspas e restos me interessam
Me ame como a um irmão
Mentiras sinceras me interessam
Me interessam
Migalhas dormidas do teu pão
Raspas e restos
Me interessam
Pequenas poções de ilusão
Mentiras sinceras me interessam
Me interessam, me interessam

Estou pedindo
A tua mão
Me leve para qualquer lado
Só um pouquinho
De proteção
Ao maior abandonado"

Ainda é melhor ser abandonado do que abandonar...

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Quem sou eu

"Se você tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades, teria ouvido as verdades que insisto em dizer brincando. Falei muitas vezes como palhaço, mas nunca desacreditei na seriedade da platéia que sorria". Charles Chaplin Eu sou um ser comum. Muitas vezes bobo, muitas vezes ridículo, muitas vezes chato, algumas vezes legal, inúmeras vezes amigo e companheiro, invariavelmente sonhador, invariavelmente sofredor... mas graças a Deus em todas as vezes sou eu mesmo.